Calculadora gratuita
Quanto guardar para a residência médica?
A bolsa de residência é de R$ 4.106,09 (R$ 3.654,42 líquidos, já descontados os 11% de INSS) e está congelada desde 2022. Ela raramente cobre o custo de vida, ainda mais quando você precisa mudar de cidade. Veja quanto você precisa ter guardado para se manter.
Cirúrgicas pesadas quase não deixam tempo para plantões, sobretudo no 1º ano. Pré-preenchemos pela especialidade: ajuste conforme a sua rotina.
Sua reserva
Escolha a especialidade, a cidade e o custo de vida para ver quanto você precisa guardar.
14 dias grátis no plano anual · Baixar na App Store
Como calculamos e o que considerar
- • A reserva cobre o déficit mensal (custo de vida menos a bolsa líquida e os plantões) pelo número de meses que você escolher.
- • A bolsa (R$ 4.106,09) é o valor bruto federal de referência, congelado desde 2022. O residente é contribuinte individual do INSS, então 11% são descontados e entram R$ 3.654,42 líquidos na conta. É isenta de Imposto de Renda e não tem 13º. Em hospital beneficente o INSS pode ser 20%: nesse caso, ajuste a bolsa líquida nas opções avançadas.
- • O custo de vida é o gasto mensal de uma pessoa: aluguel, contas (água, luz, internet), alimentação, transporte e despesas pessoais. Os valores por cidade são uma estimativa conservadora para 2026, propositalmente mais alta porque o residente tem gastos além do básico (saúde, transporte de madrugada, imprevistos). Levantamentos de 2026 apontam faixas menores para quem divide aluguel ou vive de forma econômica, então compare e ajuste para a sua realidade.
- • Plantões durante a residência dependem do programa. Plantão externo de sobreaviso é proibido ao residente: considere apenas o que é realista, sobretudo no 1º ano.
Fontes (2026): bolsa pela tabela federal da CNRM/MEC. Custo de vida: estimativa de referência, comparável a levantamentos públicos como DIEESE (cesta básica), FipeZap (aluguel), Numbeo e pesquisas de custo de morar sozinho.
Estudar passa na prova. Planejar atravessa a residência.
Você se preparou anos para a vaga. A bolsa que vem com ela é apertada, não tem 13º e está congelada desde 2022. Saber quanto guardar antes do R1 evita aperto no meio do caminho.
iPhone na App Store · Android e computador no navegador · 14 dias grátis no plano anual
Perguntas frequentes
O MedFIN é consultor financeiro?
Não. É uma estimativa educativa, não recomendação de investimento nem consultoria. As decisões financeiras continuam suas (ou do seu contador).
Quanto ganha um médico residente?
A bolsa nacional é de R$ 4.106,09 por mês: cerca de R$ 3.654 líquidos, após os 11% de INSS (é isenta de Imposto de Renda e não tem 13º). É igual em todo o país quando financiada por MEC e Ministério da Saúde, mas o valor final pode ser maior (veja abaixo).
Qual o valor da bolsa de residência médica em 2026?
R$ 4.106,09 brutos por mês, o mesmo valor desde janeiro de 2022, sem reajuste nacional até 2026.
A bolsa pode variar? E o auxílio-moradia?
Pode. Estados, municípios e hospitais podem complementar a bolsa com recursos próprios: em certos programas o total ultrapassa R$ 8.000. E o Decreto nº 12.681/2025 prevê auxílio-moradia de cerca de 10% da bolsa (perto de R$ 410/mês) quando a instituição não oferece alojamento. Por isso a calculadora deixa você ajustar a bolsa líquida.
Esses valores são exatos?
Não. São estimativas de referência para 2026. O resultado muda com a cidade, a moradia e a sua rotina, então trate como ponto de partida e ajuste os campos.
Por que o custo de vida parece alto?
Porque é a conta de um médico. Muitas vezes você precisa morar perto do hospital (aluguel mais caro), comer fora no plantão e pagar transporte de madrugada. Quem divide moradia ou economiza, é só ajustar para baixo.
Como ajusto para a minha realidade?
Edite o custo de vida e os plantões direto na calculadora. Nas opções avançadas, ajuste a bolsa líquida, os custos de mudança e quanto você já tem guardado.
A bolsa pode aumentar?
Está congelada desde 2022. Há projetos no Congresso propondo correção: o PL 1.327/2026, por exemplo, prevê reajuste anual pela inflação. Atualizamos o valor de referência quando virar lei.